Da série “criança tem cada uma” segue minha contribuição da semana.Ao contrário da maioria dos brasileiros, eu e meu marido não damos “muita bola” para nossos carros e, raramente eles estão limpos; dito isto, seguem os comentários dos pequenos da família, em diferentes momentos:”Papai, por que os carros grandes estão sempre brilhando?” (meu filho, 5 anos)”Mamãe, por que não ‘tá’ desenhando?” (minha filha, 3 anos, ao desenhar com o dedo no carro depois de ter sido lavado)
Arquivo do autor Cris Gorissen
Eu fui no Itororó, beber água não achei…O sapo não lava o pé, não lava porque não quer ….Alguns pais ensinam estas e outras tradicionais cantigas a seus filhos, já outros preferem sair do lugar-comum e ensinar hinos de futebol, músicas religiosas ou até mesmo jingles, como este aqui:Importante saber: Henrique é filho de piloto e tem só 2 anos e 7 meses - filho de peixe, peixinho é!?
Sou fã de Lansinoh, aquela pomadinha de lanolina 100% pura e recomendo sempre que posso. Quem usou / usa sabe o “milagre” que ela oferece a quem está sentindo dor e rachaduras nos mamilos no início da amamentação.
O produto é 100% natural e o bebê pode mamar sem que você precise remover o creme.
No site sua fundadora, Resheda Hagen, conta que sofreu muito no início da amamentação de sua primeira filha e na época tentou vários produtos que não foram eficientes até que lhe recomendaram o uso de lanolina. Com o marido médico, ela conseguiu uma amostra de lanolina pura, usou e imediatamente funcionou.
Os únicos produtos indicados para isso no mercado naquela ocasião tinham muita química e água na fórmula; mas decidida a repassar sua bem sucedida experiência para outras mulheres, ela foi a uma grande empresa de cosméticos oferecer a idéia que lhe deu a seguinte resposta: “mulheres não irão usar nada que não seja rosa, sem perfume e que não tenha uma aparência bonita”.
Foi então que em 1984 Resheda decidiu iniciar sua companhia em sua casa no Oregon, oferecendo exatamente a mesma lanolina que usou e que, com o passar do tempo e tecnologia, o produto foi sendo refinado até chegar na sua fórmula atual.
Fica aqui minha dica para quem não conhecia o produto que além de natural, realmente funciona.
Outro dia lendo um post aqui da Carolina Longo, me chamou a atenção quando ela questionou se as crianças de hoje iriam gostar da Coleção Disquinho.
Entendo seu questionamento, já que imaginar uma criança sentada olhando para caixas de som ouvindo uma narrativa de mais de 30 anos não parece ser muito atraente num universo repleto de Wiis, Legos Mind Storms, filmes da Pixar ou bonecas que falam …
Mas não podemos esquecer que crianças são crianças desde que o mundo é mundo e elas são como caixinhas abertas prontas para receber tudo (de bom ou ruim) que o ambiente a sua volta proporciona. Rosely Sayão diz que as crianças de hoje não são precoces, suas manifestações são só um reflexo dos ensinamentos e estímulos que recebem e do mundo em que vivemos, diz uma amiga da minha mãe que seu neto não é uma criança, mas sim um anão pelas coisas que diz… Seja lá o que for acho que devemos, sempre que possível, lembrar das nossas brincadeiras dos tempos de criança e mostrar aos nossos filhos por mais “ultrapassadas” que elas pareçam ser para nós.
Não sou psicóloga, educadora, nem estudiosa do assunto, sou apenas uma mãe que ainda se choca quando se depara com a péssima qualidade/conteúdo de um filme do Power Rangers, mas que logo volta ao normal, quando lembra que ‘no seu tempo’ Ultraseven era o maior sucesso. Uma mãe que até hoje não viu qual é a graça de uma Hello Kitty e ainda não entendeu como ela pode falar e comer, se ela não tem boca. Uma mãe que já desistiu de “ignorar” as propagandas do McDonald’s anunciando o novo brinde do McLanche Feliz, mas que ainda tenta manter o bom senso ao entrar com as crianças numa loja de brinquedos e sair sem nenhuma sacola na mão.
Meu marido e eu fazemos campanha anti cigarro sempre que temos uma chance com nossos filhos.
Inconformado com aqueles que fumam e com a existência do cigarro, meu filho (5 anos), outro dia me perguntou: ” Mas se cigarro faz mal, por que ‘criaram’ ele? ”
Ficamos meio sem resposta e antes que respondêssemos, ele deu a solução: ” Se a gente juntasse todos os cigarros do planeta e jogasse fora, não teria mais esse problema.”
Que tal?
Vi o comercial que o WB colocou e me lembrei deste que não é novo mas é muito bom. Confesso que já fiz algo parecido, mas aqui dentro de casa mesmo. Você algum dia teve vontade de fazer o mesmo?
Mais uma cadeira ultra moderna, do designer Yves Béhar para acomodar seu pequeno e ainda decorar sua casa. Calla Chair inspirada na flor de calas, uma espécie de copo de leite, acomoda crianças de 4 meses a 1 ano e depois de 1 a 2 anos, dependendo da regulagem e acessório que você compra separadamente.
O preço?
U$850,00 mas eu torço para que eu tenha lido errado no site em que fiz a busca e, se isso aconteceu, por favor, me corrijam, eu vou adorar!
Este texto circula na internet já há algum tempo é de autoria desconhecida, mas sempre tem alguém que nunca leu e acho que ele encaixa aqui no Coruja.
“Uma mulher foi renovar a sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
“O que eu pergunto é se tem um trabalho”, insistiu o funcionário.
“Claro que tenho um trabalho”, exclamou.
“Sou mãe”.
“Nós não consideramos “mãe” um trabalho.
Vou colocar”Dona de casa”, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica.
A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona da situação perguntou: Qual é a sua ocupação?
Não sei o que me fez dizer isto, as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora “Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.”
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
Posso perguntar, disse-me ela com novo interesse, o que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
“Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos ( todas meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou e, pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carteira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3 anos.
Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (um bebê de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!
Maternidade… que carreira gloriosa!”
Baby Center, é um site bem legal para aqueles que estão “grávidos” e já começam a ser corujas desde quando o teste de gravidez dá positivo.
A futura mamãe se cadastra colocando os dados necessários e seu endereço de e-mail, passa então a receber newsletters semanais de como anda o desenvolvimento do seu “baby”, em outras palavras, quais órgãos estão se se formando a cada etapa.
O site é um verdadeiro paraíso para as mães já que as mulheres neste período, (mais do que nunca), sentem necessidade de trocar experiências com outras. Além de dicas do que comprar, comer, artigos escritos por médicos e cuidados, as mães podem deixar ali seus depoimentos.
Mesmo depois do parto, o site continua a enviar informações mensais de como anda o desenvolvimento do seu lindo pimpolho até a idade pré escolar. Eu usei e aprovei!
Para saber: este post foi “puxado” do UoD, feito em 2006, mas a dica continua valendo.
Foto de: Amy-Rose



