Maria Florzinha é da Luli e da Gra. Tá certo que, por acaso, a Luli é minha mulher, mas só faço o post porque gostei dos produtos. A marca é só para meninas, de zero à 10 anos e está lançando sua coleção de verão, como sempre, ventindo crianças como crianças. O que vale o post é que, além das roupas elas têm também vários presentes bacanas, criados pelas duas. Roupas para bonecas American Girl combinando com os tamanhos as donas. Mas o mais legal são as exclusivas Poções Doces Sonhos & Espanta Monstros, esta última com comprovada eficiência em mandar pra longe qualquer monstro que more embaixo da cama ou dentro do armário.
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Steven “Freakonomics” Levitt, nesta apresentação do TED, ataca uma dessas idéias que a gente compra sem nem questionar: os assentos para crianças. Aqueles trambolhos que amarramos com cinto de segurança, certos de que estamos deixando as crianças mais seguras. Será que estamos mesmo?
O Programa Out Of Control Children é uma espécie de Super Nany, mas quem dá conselhos idiotas é Dr. Phil e as crianças…ah…as crianças. Não precisa ver tudo. Assista de 6′ 30″ até 7′ e você vai ver que seu filho é um anjo.
Valeu Cava
Provavelmente porque minha mulher é argentina e lá as babás são menos comuns que aqui, ela sempre me chamou atenção para o fato das famílias brasileiras carregarem babás para cima e para baixo. Confesso que eu estava tão acostumado a ve-las numa cadeira extra em restaurante, em playgrounds, no clube, em hotéis, que talvez eu nem tivesse estranhado. Em festas de crianças, é comum ver as infalíveis mulheres de branco, que excedem em muito a quantidade de mães. Claro que, na sociedade moderna, não é fácil para o casal cuidar sozinho dos filhos. Mas deve ter um limite, não? Quem levanta a questão é o ex-reitor da Unicamp, José Martins Filho, médico pediatra em seu livro “A Criança Terceirizada - Os descaminhos das relações familiares no mundo contemporâneo”. Ele fala sobre o fato de, muitas vezes, a família valer-se da babá não apenas quando estão trabalhando, mas também nos momentos de lazer, quando a idéia é exatamente ficar com os filhos. Outro fato curioso é que ele, como pediatra com muitos anos de experiência, se dá conta que cada vez é mais raro que as mães levem seus próprios filhos para consultas, deixando essa tarefa também para as babás. Triste. Se o assunto interessa, compre o livro aqui, ou leia seu artigo na Claudia Bebê.
