Barriga de grávida é aquela coisa: tem quem queira disfarçar, tem quem queira mostrar, tem quem goste que toque, outras detestam. Então, nada melhor do que algumas instruções na embalagem do bebê para deixar tudo claro. Trata-se do Pregnancy Tatoo, bizarro artefato que indica coisas como tempo de gravidez, “don’t touch my Tummy” ou “it’s a boy”. Mas o melhor é o “feel here” que indica qual o lugar com mais chances de sentir o baby. Clique na imagem para ampliar.
Com o GTX GPS Xplorer Smart Shoes [img] fica fácil vigiar a cria. Você demarca uma área de segurança (arredores da sua casa e/ou escola) e toda vez que ele sai desse espaço seguro, você recebe um aviso no seu seu celular com a localização exata do seu filho (via internet). A tecnologia de mini-GPS também começa a ser usada com animais de estimação, idosos e em ações anti-terroristas e de sequestros. Eu ainda não achei um revendedor, quem souber me avisa que eu quero.
Eu tinha no meu quarto, quando criança, um quadro de um palhaço, de paletó e suspensórios, MUITO SINISTRO, eu podia jurar que aquele palhaço me seguia com os olhos. Lembro que demorei para contar isso para meus pais, (não sei porquê), mas assim que contei eles deram o quadro para alguém; eles bem que tentaram me convencer que o palhaço era inofensivo, mas não adiantou. Anos depois descobri que meu irmão também tinha essa sensação.
Kindertrauma é o site que coleciona cenas de filmes, brinquedos horripilantes e livros com estórias com alto potencial de traumatizar crianças. As seções são imperdíveis, como “kids who kill”, “Traumafessions” (participe!) ou o “Gallery of Grotesqueries”. Se você quiser dar a sua colaboração, com algum exemplo da sua infância, use o Add your Pict ou coleque o link nos comentários.
Amanhã é o último dia para você virar peça de Banco Imobiliário. A ação que começou na última quinta, termina neste domingo, as 5 da tarde. A Estrela criou 3 tabuleiros gigantes no Parque do Ibirapuera (SP) onde os pinos são as próprias pessoas, que também usam dados e cartas gigantes. Tudo para divulgar a nova versão “Sustentável” do jogo, com destaque para temas ecológicos.
Se tem uma coisa que pai e mãe fazem bem é sustentar novas gerações de psicólogos. Uma roupinha, um grito exagerado na arquibancada, longos minutos paa se tirar uma foto na sala de aula, tudo isso é potencialmente material apropriado para traumatizar os pequenos. Mas chega de usar apenas um limitado arsenal pessoal e familiar para esse fim. O que a gente precisava é de um livro completo. How to Traumatize your Children tem na Amazon, por 10 doletinhas.
Os Egg-Robots são do planeta Walrus e vieram em paz. Mas mesmo assim não escapam da crueldade terrestre: abra o capacete, exponha-os a atmosfera terrestre, rache sua cabeça com uma colher e coma-o completamente. Dizem que o gosto é igualzinho ao de ovo-quente.
Este é o perfeito macacãozinho para mamães que procuram criar um verdadeiro vínculo com o seu recém-nascido. Este bodysuit Soft 100% algodão tem em seus desenhos a possibilidade de se fazer massagens no bebê através de técnicas de massagem terapêutica. Os desenhos disfarçados são um mapa detalhado p/ mamãe navegar facilmente, em diferentes pontos, aplicando a massagem corporal na criança.
Buzz Lightyear (que tem seu nome inspirado no astronauta Buzz Aldrin) decola hoje do Centro Espacial Kennedy a bordo do ônibus espacial Discovery como parte da missão STS-124, numa ousada e genial parceria entre a NASA e a Disney. Buzz deve passar alguns meses na estação espacial e tem até alguns passeios espaciais programados. A idéia é chamar a atenção das crianças, naturalmente apaixonadas por viagens espaciais, para o programa educacional Toys in Space, que incentiva o intersse por ciências, tecnologia e matemática. Depois do lançamento, jogos educativos [img] estarão disponíveis no próprio site da NASA que também se rejuvenesce com a ação (Richard Brason perdeu essa oportunidade, não?)
A editora Sextante lançou um livro que deve ir na mesma linha: "Eu era uma ótima mãe até ter filhos", de Trisha Ashworth e Amy Nobile. Não sei se o livro é bom, mas o título diz muita coisa...
Mostrar o lado “menos maravilhoso” da gestação. Com esse objetivo em mente, Luli Penna, cartunista e autora do livro “Totalmente Grávida”, conta que teve a idéia de escrever quando estava grávida, por ter sentido falta de uma bibliografia menos pretensiosa do que os manuais sobre dieta, cuidados médicos e o lado “mágico” de dar à luz.
Você daria um placebo para seu filho? O texto é da Placebo Store.
Hi. Welcome to the Placebo Store. I’m Jen. I am a mommy. It’s what I love. It’s my job to make owies go away. Whether it’s a kiss or a big hug, the magic happens immediately. This is the power of placebo. I have a baby girl and two sons. One of them always needs my comfort and the knowledge that I will make them feel better. I invented Obecalp when I realized that children might need a little more than a kiss to make it go away. Obecalp fills the gap when medicine is not needed but my children need something more to make them feel better. You’ll know when Obecalp is necessary.
Matéria no NYT sobre placebo para crianças aqui. [via]
Soninha Francine comenta o documentário “Mensageiras da Luz”, de Evaldo Mocarzel, que mostra a experiência de parteiras que auxiliam mulheres que vivem na região da Amazônia. Soninha diz que a produção a emocionou ao ter conseguido registrar um parto natural feito por duas parteiras, onde uma mulher obesa deu a luz, sem auxílio médico e de medicamentos, a uma criança que estava com o cordão umbilical preso no pescoço.
“Um desespero total. Aquela mulher não estava se aguentando de dor. A uma certa altura ela começa a dizer “eu vou morrer”, o bebezinho também parece que começa a ficar sufocado e as parteiras se desdobram”, relata.
Olá
No Brasil ainda se trata educação a distância como educação de 2° classe ou coisa pior. Vá com seu diploma em Administração feito na modalidade EAD numa empresa e vai entender...
O pior que o próprio pessoal da área de educação - experiência como professora e instrutora de informática - parece ser um dos públicos que tem mais aversão "as máquinas" como eles chama os computadores. Para eles sistemas informatizados e "as máquinas" são antagonistas fortes e terríveis. Pior não parecem muito animados a aprender e pior: a nova geração de profissionais na faixa dos 20 aos 30 anos apresentam os mesmos "sintomas". Quanto ao celular, Ipod e outros gagdets penso que deveria haver uma momento para usá-los na escola. Não o tempo todo: vamos ser honestos o pessoal usa para colar e é um forte elemento de distração. Mesmo sendo 100% favorável a informatização na educação, acredito que idas as ainda existentes bibliotecas com livros em papel e visitar obras de arte in loco são salutares e criam usuários mais críticos e estudantes que aprendem a pesquisar, selecionar e transformar a informação. O que para uns é saber para outros não passam de dados providos de conexão. Em termos de Brasil já vou ficar feliz se as escolas passarem a ter menos grades - parecem cadeias as escolas infanto-juvenis. voltem a ter os enormes pátios como a escola em que estudei. Tenham bibliotecas, professores que gostem de ensinar e APRENDER!
Educação de processo x educação de produto « Coruja @ Update or Die disse às 11:52 pm
[...] pouco mais de 11 da noite, acabo de voltar da reunião da escola do meu filho. Eu estava com o post do Wagner na cabeça, sobre preocupações nessa área por parte dos ricos e dos pobres, e um dos temas da [...]
Enquanto os países mais desenvolvidos discutem a exaustão o tema da educação, cogitando inclusive a relevância da escola e o descompasso entre ensino e aprendizado, o assunto parece não fazer parte da pauta por aqui, onde a educação ainda é pré-histórica na maioria do país, e portanto os temas são sempre mais voltados para situações emergenciais do ensino. Compreensível, mas estamos simplesmente ignorando o futuro enquanto o país tenta trazer, pelo menos, o passado ao presente. O video abaixo ilustra o momento nos Estados Unidos (e que tb deveria ser o nosso). Um dado impressionante é que na lista de setores mais preparados, sob ponto de vista da tecnologia, educação aparece na 55º posição, atrás de minas de carvão. Isso lá, imagine aqui. E as escolas seguem proibindo uso de celulares.