Barriga de grávida é aquela coisa: tem quem queira disfarçar, tem quem queira mostrar, tem quem goste que toque, outras detestam. Então, nada melhor do que algumas instruções na embalagem do bebê para deixar tudo claro. Trata-se do Pregnancy Tatoo, bizarro artefato que indica coisas como tempo de gravidez, “don’t touch my Tummy” ou “it’s a boy”. Mas o melhor é o “feel here” que indica qual o lugar com mais chances de sentir o baby. Clique na imagem para ampliar.
Não pode ser com filho na barriga ainda? Nos últimos meses, eles ouvem muito já...Fui ver o último do Senhor dos Anéis com meu filhote batendo nos 9 meses e aquele barulheira o deixou muito assustado. Me senti uma mãe horrível...
Paula Rizzo disse às 10:25 pm
Grávidas também são bem vindas, eu imagino !!
; )
anna karina disse às 9:29 am
noooooossa que máximo isso, hein?
adorei a idéia. vc já foi?
mas uma pergunta: e se precisamos trocá-los no meio do filme, como fazemos?
Paula Rizzo disse às 9:31 am
Parece que tem trocador no banheiro do Bristol.
; )
bjs,
Paula
Você já ouviu falar nisso ? Trata-se de uma sessão de cinema especialmente dedicada a mães cinéfilas com seus bebês. O volume é mais baixo e há uma redução do ar condicionado para as projeções. A sessão não é exclusiva para mães (ainda) mas há muitas delas por lá. A idade dos filhos varia mas vai de 20 dias a 1 ano.
Organizado aqui em São Paulo, acontece todas as terças-feiras por volta de 13h45 no Cine Bristol, no Shopping Center 3, na Avenida Paulista. Depois, por volta das 16hs acontece um café e um bate papo no Starbucks no mesmo shopping.
Hoje, dia 17/6, o filme é “A Outra“. A consulta aos horários e a escolha dos filmes da semana são feitas por este blog.
- Leia mais aqui e aqui sobre este projeto, idealizado por Irene Nagashima.
é mais que aconchego: é mkt puro. Uma SUPER oportunidade!! Finalmente alguém sacou que esse momento é MÁGICO e uma tremenda oportunidade de proporcionar uma experiência incrível para os pais. Acho que deveria ter uma ante sala privativa para um exame prévio e, se tudo ok, liberar essa experiência inclusive para parentes e amigos mais chegados. Parabéns para Philips. Pena que eles são tão bons em conceitos, mas depois empacam na execução.
A tecnologia evoluiu muito nos últimos anos. Mas apesar de ser muito emocionante pelo fato de ver e ouvir o bebê, convenhamos que o ambiente de laboratório não ajuda.
Pensando nisso a Philips vem fazendo estudos para tornar mais gostosa e aconchegante esta experiência. E desenvolveu um protótipo bem interessante de sala de ultrassom, com uma parede com uma bolha acrílica, onde você vê projetada a imagem do bebê em 4D (clique ao lado na imagem para ampliar e visualizar melhor).
Soninha Francine comenta o documentário “Mensageiras da Luz”, de Evaldo Mocarzel, que mostra a experiência de parteiras que auxiliam mulheres que vivem na região da Amazônia. Soninha diz que a produção a emocionou ao ter conseguido registrar um parto natural feito por duas parteiras, onde uma mulher obesa deu a luz, sem auxílio médico e de medicamentos, a uma criança que estava com o cordão umbilical preso no pescoço.
“Um desespero total. Aquela mulher não estava se aguentando de dor. A uma certa altura ela começa a dizer “eu vou morrer”, o bebezinho também parece que começa a ficar sufocado e as parteiras se desdobram”, relata.
Li ontem um artigo no Iconoculture sobre uma tendência que desponta em Londres que é a criação de clubes para mães. São locais onde as mães e gestantes podem trocar experiências, fazer ginástica (com ou sem os seus bebês), receber massagens, tomar café, ou simplesmente sentar e relaxar. Alguns deles oferecem recreação e alimentação infantil. Confiram aqui uma delas (Cupcake) e aqui uma outra (Maggie & Rose).
Seja por curiosidade ou por precaução, as futuras mamães vão desejar ter um Baby Kick. O que faz esse produto? Como seu nome indica é um dispositivo que permite escutar os chutes do bebê, e assim até saber quando será o dia do parto.
Se usado desde a 24a semana, promete ser uma fonte confiável do padrão de mivimento do bebê, e mede o tempo entre as contrações quando começa o trabalho de parto. Se supõe que com esse aparelho as mamãs não correm o risco de passar o tempo do nascimento - o maior medo de quem planeja um parto normal.
Caso curioso: Em 2005 eu entrevistei a autora Heidi Murkoff para a TV Mulher & Mãe. Na dedicatória ela escreveu: "que este livro sirva de inspiração para você." Achei simpático, mas pensei que ela estava viajando. 4 meses depois estava grávida de gêmeos.... Curiosidades a parte, ela é uma pessoa maravilhosa e o livro é ótimo. Só não tem muita coisa sobre gestação de gêmeos... :(
“O que esperar quando você está esperando”, o livro best seller entre gestantes, lançado em 1984, com mais de 15 milhões de cópias vendidas e que se manteve por mais de 355 semanas no ranking dos livros mais vendidos do New York Times, recebeu agora em 10 de abril uma nova edição.
Nesta edição (a quarta) a mulher na capa não está mais sentada esperando. Está de pé, de jeans e camiseta. Sinal dos tempos. O conteúdo também foi largamente reescrito. O tom alarmista foi deixado de lado e o texto ganhou um caráter mais positivo e encorajador.
Heidi Murkoff agora lidera o projeto sozinha. Sua mãe (Arlene Eisenberg) morreu em 2001 e sua irmã, Sandee Hathaway, não está mais envolvida no projeto que engloba o site do livro, hoje com características de comunidade, e alguns outros títulos.
A edição comercializada no Brasil é outra, mais antiga. No site da Editora Record ainda não há nada sobre o lançamento. Mas a versão em inglês da nova edição já está à venda (e com desconto) na Amazon. Confiram aqui.
Das leituras pré-natais uma das que eu mais apreciei foi o livro da argentina Frida Kaplan, que se especializou em ajudar mulheres grávidas na preparação para o parto usando técnicas de eutonia. O livro não está à venda no Brasil (eu pelo menos não achei) mas pode ser comprado pela livraria virtual Tematika, na sua edição em espanhol.
O interessante é que, além de relatos de casos reais e historinhas interessantes, fornece uma série de recursos de exercícios posturais e de respiração que ajudam a aliviar a dor na hora do parto e melhorar as noites de sono que o antecedem.
Paula, eu comprei uma cadeira que tinha um mecanismo todo "sofisticado", um balanço diferente segundo a dona da loja. Custava caro. Apesar do meu marido insistir em dizer que aquilo era uma besteira, compramos. Meu filho nasceu e lá fui eu amamentar toda feliz sentada no meu maior sonho de consumo daquela fase....
Acho que ele (e eu) coubemos por uma semana só no "vão" entre os braços da tal cadeira, depois disso, ou ele ficava pra cima dos braços (muito incomodo para nós 2) ou então eu ficava de lado. O mesmo aconteceu com a segunda filha, não cabia :S
Por isso a dica: façam todos os testes antes de comprar uma e tenham em mente que seu uso é mesmo efêmero caso ela não combine com o resto da decoração da casa.
Paula Rizzo disse às 5:27 pm
É, foi exatamente isso que eu pensei. Mesmo testando antes, "na hora do vamos ver" a coisa pode não ser como se imaginava.
Então, façamos valer o investimento numa coisa legal.
Estas específicas de amamentação eu achei meio difíceis de integrar depois.
; )
bjo,
Paula
Ponderei muito e resolvi que não. Não queria móveis descartáveis em casa. Queria algo que depois pudesse ganhar uma outra funcionalidade no ambiente doméstico ou até mesmo depois migrar para o escritório. Algo que pudesse ter um uso mais extenso para fazer valer o investimento (afinal não tem nada muito barato neste mercado de recém nascidos).
Então fui à cata da melhor cadeira ou poltrona para cumprir o papel. Percebi, olhando no Flickr, que muitas mães, sobretudo norte-americanas, haviam optado pela Rocker Chair do Charles Eames (foto ao lado) como a sua opção de cadeira para a amamentação.
Experimentei em uma loja (junto com um monte de outros modelos) e gostei. Claro que tudo tem a ver com a sua altura e a sua sensação de conforto. Para mim foi incrível. Fica aqui mais uma dica ! Se ela não funcionar para você, talvez uma outra funcione. Saquei que o importante é a altura e ter apoio para os braços.
Sempre me disseram que seria inevitável. Que um dia elas apareceriam. E não vieram. Não acho que tenha sido apenas sorte. Fiz um trabalho corporal até o finalzinho. Um cuidado com a estrutura do corpo, movimentos pensados para acomodar melhor esta nova fase. E não pensem que eu estou falando de ginástica para gestante.
Segui o meu trabalho corporal habitual, em grupo, com orientações mais específicas e direcionadas para mim. Fiquei muito feliz com o resultado e super recomendo às gestantes ou a quem está planejando, que pense nesse assunto com cuidado.
Bem, quem quiser experimentar a minha fórmula, o segredo chama-se “Movimentos Integrativos” e é feito pela Bia Ocougne. Conheçam mais no site dela.
Não sei se todos sabem mas a Omint, operadora de saúde, disponibiliza sem custo extra a todas as grávidas associadas residentes na cidade de São Paulo, uma orientação personalizada para gestantes.
Trata-se do Programa Boa Hora, que prevê visitas bimestrais durante a gravidez para informações sobre atividade física, alimentação da gestante, parto, cuidados com o recém-nascido e amamentação, entre outros. O programa é coordenado pela enfermeira obstetra Beatriz Kesselring. E posso testemunhar que para nós foi uma experiência bem rica.
Se você é associada Omint, recomendo que não deixe de se informar sobre este programa. Se não for, dê uma checadinha se o seu plano de saúde não oferece algo similar.
Camisolas de amamentação nem sempre são fáceis de se encontrar. Quando eu achei umas bacanas, juro que vibrei. Então queria aproveitar e dar uma dica para as gestantes. Na Pijamah Empório, em Pinheiros, tem umas camisolinhas que foram feitas especialmente para a ocasião.
Elas vêm com umas fendas especiais para amamentar que, depois, passada a ocasião, podem ser costuradas e voltar a ser camisolas normais. Bem espertas. E tem umas preguinhas. Ou seja, a fenda não fica aparente; o peito da mãe não tem como aparecer sem que se queira. Parece que o modelo foi inspirado em camisolas americanas.
Anota aí o endereço: Pijamah Empório - Rua Joaquim Antunes, 78, São Paulo, SP Tel. (11) 3062-6028.