A revista TPM do mês de julho traz uma grande matéria sobre o parto em casa. O tema é bem interessante e elucida muitas questões que envolvem mitos e preconceito. Recomendo a leitura. Acessem através deste link.
Obs. na mesma edição tem o relato de viagem da Carla Campos a Uganda. Bem off-topic aqui no Coruja mas muito boa dica de leitura. Confiram aqui.
Estranho ? Estranhíssimo… mas, se você é do tipo que come ao lado (ou em cima) do computador, talvez não se incomode em plugar a palhetinha onde fez xixi neste drive USB. Ele processa um monte de informações e dá os níveis de hCG, hCG-H e hormônio LH com 99% de precisão, plotando tudo graficamente.Funciona em Macs, PCs comWindows e Linux (kernel 2.4 ou mais recente). Por US$ 18 você leva o drivezinho USB com 20 palhetinhas (putz, quem precisa de 20 palhetinhas?!). Parece piada mas não é. Confiram aqui.
é mais que aconchego: é mkt puro. Uma SUPER oportunidade!! Finalmente alguém sacou que esse momento é MÁGICO e uma tremenda oportunidade de proporcionar uma experiência incrível para os pais. Acho que deveria ter uma ante sala privativa para um exame prévio e, se tudo ok, liberar essa experiência inclusive para parentes e amigos mais chegados. Parabéns para Philips. Pena que eles são tão bons em conceitos, mas depois empacam na execução.
A tecnologia evoluiu muito nos últimos anos. Mas apesar de ser muito emocionante pelo fato de ver e ouvir o bebê, convenhamos que o ambiente de laboratório não ajuda.
Pensando nisso a Philips vem fazendo estudos para tornar mais gostosa e aconchegante esta experiência. E desenvolveu um protótipo bem interessante de sala de ultrassom, com uma parede com uma bolha acrílica, onde você vê projetada a imagem do bebê em 4D (clique ao lado na imagem para ampliar e visualizar melhor).
A editora Sextante lançou um livro que deve ir na mesma linha: "Eu era uma ótima mãe até ter filhos", de Trisha Ashworth e Amy Nobile. Não sei se o livro é bom, mas o título diz muita coisa...
Mostrar o lado “menos maravilhoso” da gestação. Com esse objetivo em mente, Luli Penna, cartunista e autora do livro “Totalmente Grávida”, conta que teve a idéia de escrever quando estava grávida, por ter sentido falta de uma bibliografia menos pretensiosa do que os manuais sobre dieta, cuidados médicos e o lado “mágico” de dar à luz.
Soninha Francine comenta o documentário “Mensageiras da Luz”, de Evaldo Mocarzel, que mostra a experiência de parteiras que auxiliam mulheres que vivem na região da Amazônia. Soninha diz que a produção a emocionou ao ter conseguido registrar um parto natural feito por duas parteiras, onde uma mulher obesa deu a luz, sem auxílio médico e de medicamentos, a uma criança que estava com o cordão umbilical preso no pescoço.
“Um desespero total. Aquela mulher não estava se aguentando de dor. A uma certa altura ela começa a dizer “eu vou morrer”, o bebezinho também parece que começa a ficar sufocado e as parteiras se desdobram”, relata.
Seja por curiosidade ou por precaução, as futuras mamães vão desejar ter um Baby Kick. O que faz esse produto? Como seu nome indica é um dispositivo que permite escutar os chutes do bebê, e assim até saber quando será o dia do parto.
Se usado desde a 24a semana, promete ser uma fonte confiável do padrão de mivimento do bebê, e mede o tempo entre as contrações quando começa o trabalho de parto. Se supõe que com esse aparelho as mamãs não correm o risco de passar o tempo do nascimento - o maior medo de quem planeja um parto normal.
Nossa, como assim? A venda nas melhores farmácias??
Carolina Longo disse às 10:06 pm
Pois é, Wagner. Impressionante, né? Eu já tinha ouvido que alimentação, temperatura corporal e o PH da vagina eram determinantes na definiçãodo sexo do bebê. Mas um kit Baby Boy ou Baby Girl é demais, né?! Eu não sei se você viu no site, mas tem um 'full money-back Gernder Guarantee' Fala sério!!!! Alguém aqui podia usar e contar pra nós se deu certo...
Vany disse às 4:00 pm
Simples assim: quemd etermina o sexo do bebê é o cromossomo que vem do pai, pois a mãe sempre doa o X e o pai pode doar o X ou Y, se doar o X teremos uma menina, se doar o Y um gurizinho. As demais histórias não passam de histórias. Entretanto sabe-se que o espermatozóide ocm o cromossomo X é mais lentinho mas mais resistente, já o Y é mais rápido só que menos resistente, essa diferença se dá por conta da diferença de peso entre eles o X carrega maior quantidade de moléculas que o Y. Sendo assim, para a probabilidade de ter menino ser maior, concepção após a ovulação, para ter menina concepção antes da evolução. Veja bem probabilidade não certeza, que segundo pesquisas gera em torno de 16% de chances a mais, isso significa que ao invés de termos a Fifty - fifty, seria 66 x 34. Espero ter ajudado as mamães que gostariam de ter um determinado sexo de bebê para não caírem nestas mentiras absurdas ;)
A empresa que desenvolveu o GenSelect garante ter 96% de sucesso referente a utilização desse kit na escolha do sexo do bebê. O kit permite modificar as químicas tanto do corpo da mãe como do pai para influenciar o sexo de sua próxima criança antes de ser concebida.
Das leituras pré-natais uma das que eu mais apreciei foi o livro da argentina Frida Kaplan, que se especializou em ajudar mulheres grávidas na preparação para o parto usando técnicas de eutonia. O livro não está à venda no Brasil (eu pelo menos não achei) mas pode ser comprado pela livraria virtual Tematika, na sua edição em espanhol.
O interessante é que, além de relatos de casos reais e historinhas interessantes, fornece uma série de recursos de exercícios posturais e de respiração que ajudam a aliviar a dor na hora do parto e melhorar as noites de sono que o antecedem.
Paula, eu comprei uma cadeira que tinha um mecanismo todo "sofisticado", um balanço diferente segundo a dona da loja. Custava caro. Apesar do meu marido insistir em dizer que aquilo era uma besteira, compramos. Meu filho nasceu e lá fui eu amamentar toda feliz sentada no meu maior sonho de consumo daquela fase....
Acho que ele (e eu) coubemos por uma semana só no "vão" entre os braços da tal cadeira, depois disso, ou ele ficava pra cima dos braços (muito incomodo para nós 2) ou então eu ficava de lado. O mesmo aconteceu com a segunda filha, não cabia :S
Por isso a dica: façam todos os testes antes de comprar uma e tenham em mente que seu uso é mesmo efêmero caso ela não combine com o resto da decoração da casa.
Paula Rizzo disse às 5:27 pm
É, foi exatamente isso que eu pensei. Mesmo testando antes, "na hora do vamos ver" a coisa pode não ser como se imaginava.
Então, façamos valer o investimento numa coisa legal.
Estas específicas de amamentação eu achei meio difíceis de integrar depois.
; )
bjo,
Paula
Ponderei muito e resolvi que não. Não queria móveis descartáveis em casa. Queria algo que depois pudesse ganhar uma outra funcionalidade no ambiente doméstico ou até mesmo depois migrar para o escritório. Algo que pudesse ter um uso mais extenso para fazer valer o investimento (afinal não tem nada muito barato neste mercado de recém nascidos).
Então fui à cata da melhor cadeira ou poltrona para cumprir o papel. Percebi, olhando no Flickr, que muitas mães, sobretudo norte-americanas, haviam optado pela Rocker Chair do Charles Eames (foto ao lado) como a sua opção de cadeira para a amamentação.
Experimentei em uma loja (junto com um monte de outros modelos) e gostei. Claro que tudo tem a ver com a sua altura e a sua sensação de conforto. Para mim foi incrível. Fica aqui mais uma dica ! Se ela não funcionar para você, talvez uma outra funcione. Saquei que o importante é a altura e ter apoio para os braços.
Sempre me disseram que seria inevitável. Que um dia elas apareceriam. E não vieram. Não acho que tenha sido apenas sorte. Fiz um trabalho corporal até o finalzinho. Um cuidado com a estrutura do corpo, movimentos pensados para acomodar melhor esta nova fase. E não pensem que eu estou falando de ginástica para gestante.
Segui o meu trabalho corporal habitual, em grupo, com orientações mais específicas e direcionadas para mim. Fiquei muito feliz com o resultado e super recomendo às gestantes ou a quem está planejando, que pense nesse assunto com cuidado.
Bem, quem quiser experimentar a minha fórmula, o segredo chama-se “Movimentos Integrativos” e é feito pela Bia Ocougne. Conheçam mais no site dela.
Não sei se todos sabem mas a Omint, operadora de saúde, disponibiliza sem custo extra a todas as grávidas associadas residentes na cidade de São Paulo, uma orientação personalizada para gestantes.
Trata-se do Programa Boa Hora, que prevê visitas bimestrais durante a gravidez para informações sobre atividade física, alimentação da gestante, parto, cuidados com o recém-nascido e amamentação, entre outros. O programa é coordenado pela enfermeira obstetra Beatriz Kesselring. E posso testemunhar que para nós foi uma experiência bem rica.
Se você é associada Omint, recomendo que não deixe de se informar sobre este programa. Se não for, dê uma checadinha se o seu plano de saúde não oferece algo similar.